Nessa aula nós vimos a política pública na área da saúde e para falar sobre isso estudamos o SUS, Sistema Único de Saúde e as políticas a ele ligadas.
Para entendermos o problema da saúde no Brasil, assistimos a um vídeo sobre a história da saúde pública em nosso país, como desde o início, o dinheiro público destinado à saúde foi repassado a outras áreas.
Como o dinheiro da previdência historicamente foi usado para financiar a industrialização no nosso país.
1966 - INPS Concentra as contribuições dos impostos antes de 68.
1978 SIMPAS INAMPS, INPS, IAPAS... sim muitas siglas!
Até que em 1988 o SUS Sistema Único de Saúde é descrito na Constituição e em 1990 é regulamentado.
Foi muito importante assistir o vídeo, pois foi possível verificar como se construíram as políticas públicas na área da saúde no Brasil. Inicialmente não havia preocupação com a saúde das pessoas, depois criaram-se contribuições que seriam destinadas à saúde mas eram desviadas e utilizadas em outras áreas.
Vimos também que as políticas públicas surgiram a partir dos movimentos sociais.
Com a criação do SUS há a superação do modelo antigo de saúde pública e a consolidação do compromisso com a produção de saúde.
Com a mudança do paradigma o centro está no sujeito e na prevenção de doenças. Outro ponto interessante que notei foi a expressão “afetar-se”, significa deixar se afetar pelo outro, no cuidado em saúde, AFETO.
Cabe então ao profissional um olhar mais integral sob o sujeito, observar a questão do humano, a prática, ressignificação do sujeito e a criação de espaços para atendimento.
Além disso, a professora nos sugeriu a revista Psicologia Ciência e Profissão como uma boa fonte de consulta.
“Se em um serviço o usuário é confundido com o profissional é sinal de que o serviço cuida bem”
Conversamos também sobre a possibilidade de ampliar a clínica em defesa do sujeito na produção de saúde.
Em seguida foi trabalhado o controle social, como é possível a descentralização do poder e da saúde, dar o poder para as bases, para as pessoas da comunidade decidirem o que é melhor para elas, não somente decisões arbitrárias e descoladas da realidade. Também vimos que o dinheiro gasto em saúde passa pela autorização do Conselho de Saúde do município.
Os serviços em saúde podem ser divididos em baixa complexidade (UBS Unidade Básica de Saúde) média complexidade (Pronto Atendimento) e alta complexidade (CAPES) entre outros, sendo aqui só alguns exemplos.
Também estudamos os princípios do SUS como integralidade (cuidar do sujeito como um todo) equidade (cuidar de todos respeitando as diferenças, ou seja, qual a urgência no atendimento) e universalidade (todos tem direito à saúde).
Por fim discutimos a Gestão Plena em Caxias do Sul a qual a um acordo com os municípios vizinhos para que o hospital em Caxias atenda a demanda da região.

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